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	<title>Universo - Histórico de revisões</title>
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	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Universo&amp;diff=8070&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: Criou nova página com &#039;{{ver desambiguação}} {{corrigir}} {{revisão-sobre|Física}} {{Cosmologia}} O &#039;&#039;&#039;Universo&#039;&#039;&#039; é constituído de tudo o que existe fisicamente, a totalidade...&#039;</title>
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		<updated>2013-06-10T12:08:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#039;{{ver desambiguação}} {{corrigir}} {{revisão-sobre|Física}} {{Cosmologia}} O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Universo&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é constituído de tudo o que existe &lt;a href=&quot;/index.php?title=F%C3%ADsica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1&quot; class=&quot;new&quot; title=&quot;Física (página não existe)&quot;&gt;fisicamente&lt;/a&gt;, a totalidade...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{ver desambiguação}}&lt;br /&gt;
{{corrigir}}&lt;br /&gt;
{{revisão-sobre|Física}}&lt;br /&gt;
{{Cosmologia}}&lt;br /&gt;
O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Universo&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é constituído de tudo o que existe [[Física|fisicamente]], a totalidade do [[espaço]] e [[tempo]] e todas as formas de [[matéria]] e [[energia]]. O termo &amp;#039;&amp;#039;Universo&amp;#039;&amp;#039; pode ser usado em sentidos contextuais ligeiramente diferentes, denotando conceitos como o &amp;#039;&amp;#039;[[cosmo]]&amp;#039;&amp;#039;, o &amp;#039;&amp;#039;[[mundo]]&amp;#039;&amp;#039; ou &amp;#039;&amp;#039;[[natureza]]&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra &amp;#039;&amp;#039;Universo&amp;#039;&amp;#039; é geralmente definida como englobando tudo. Entretanto, usando uma definição alternativa, alguns cosmologistas têm especulado que o &amp;quot;Universo&amp;quot;, composto do &amp;quot;espaço em expansão como o conhecemos&amp;quot;, é somente um dos muitos &amp;quot;universos&amp;quot;, desconectados ou não, que são chamados [[Multiverso (ciência)|multiversos]].&amp;lt;ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Citar periódico&lt;br /&gt;
|ultimo1=Linde&lt;br /&gt;
|primeiro1=Andrei&lt;br /&gt;
|ultimo2=Vanchurin&lt;br /&gt;
|primeiro2=&lt;br /&gt;
|data=December 8, 2009&lt;br /&gt;
|titulo=How many universes are in the multiverse?&lt;br /&gt;
|paginas=12&lt;br /&gt;
|url=http://arxiv.org/abs/0910.1589v2}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
Por exemplo, em [[Interpretação de muitos mundos]], novos &amp;quot;universos&amp;quot; são gerados a cada medição [[Mecânica quântica|quântica]]{{Carece de fontes|data=Março de 2010}}. Acredita-se, neste momento, que esses universos são geralmente desconectados do nosso, portanto, impossíveis de serem detectados experimentalmente{{Quem|data=Março de 2010}}. Observações de partes antigas do universo (que situam-se muito afastadas) sugerem que o Universo vem sendo regido pelas mesmas leis físicas e constantes durante a maior parte de sua extensão e história. No entanto, na [[Teoria da inflação caótica|teoria da bolha]], pode haver uma infinidade de &amp;quot;universos&amp;quot; criados de várias maneiras, e talvez cada um com diferentes [[Constantes física|constantes físicas]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo da história, varias [[Cosmologia|cosmologias]] e [[Cosmogonia|cosmogonias]] têm sido propostas para explicar as observações do Universo. O primeiro modelo [[Geocentrismo|geocêntrico]] quantitativo foi desenvolvido pelos [[Grécia Antiga|gregos antigos]], que propunham que o Universo possui espaço infinito e tem existido eternamente, mas contém um único conjunto de círculos concêntricos [[Esfera|esferas]] de tamanho finito - o que corresponde a [[estrelas fixas]], o [[Sol]] e vários [[Planeta|planetas]] – girando sobre uma esférica mas imóvel [[Terra]]. Ao longo dos séculos, observações mais precisas e melhores teorias levaram ao [[Heliocentrismo|modelo heliocêntrico]] de [[Nicolau Copérnico|Copérnico]] e ao modelo [[Isaac Newton|newtoniano]] do [[Sistema Solar]] respectivamente. Outras descobertas na astronomia levaram a conclusão de que o Sistema Solar está contido em uma [[galáxia]] composta de milhões de estrelas, a [[Via Láctea]], e de que outras galáxias existem fora dela, tão longe quanto os instrumentos astronômicos podem alcançar. Estudos cuidadosos sobre a distribuição dessas galáxias e suas [[Raia espectral|raias espectrais]] contribuíram muito para a cosmologia moderna. O descobrimento do [[desvio para o vermelho]] e da [[radiação cósmica de fundo em micro-ondas]] revelaram que o Universo continua se expandindo e aparentemente teve um princípio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Hubble ultra deep field high rez edit1.jpg|thumb|right|290px|Esta imagem em alta-resolução do [[Hubble ultra deep field]], mostra uma grande variedade de galáxias, cada uma composta de bilhões de estrelas. As pequenas galáxias avermelhadas, aproximadamente 100, são algumas das galáxias mais distantes fotografadas por um telescópio óptico, existentes no momento logo após o Big Bang.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o modelo científico vigente do Universo, conhecido como [[Big Bang]], o Universo surgiu de um único ponto ou singularidade onde toda a matéria e energia do [[universo observável]] encontrava-se concentrada numa fase densa e extremamente quente chamada [[Era de Planck]]. A partir da Era Planck, o Universo vem se [[Expansão métrica do espaço|expandindo]] até sua atual forma, possivelmente com curtos períodos (menos que 10&amp;lt;sup&amp;gt;−32&amp;lt;/sup&amp;gt; segundos) de [[inflação cósmica]]. Diversas medições experimentais independentes apoiam teoricamente tal expansão e a Teoria do Big Bang. Esta expansão tem-se acelerado por ação da [[energia escura]], uma força oposta à gravidade que está agindo mais que esta devido ao fato das dimensões do Universo serem grandes o bastante para dissipar a [[força gravitacional]].&amp;lt;ref name=&amp;quot;Ciência Hoje&amp;quot;/&amp;gt; Porém, devido ao escasso conhecimento a respeito da energia escura, é ainda pequeno o entendimento do fenômeno e sua influência no [[Destino último do Universo|destino do Universo]].&amp;lt;ref name=&amp;quot;Ciência Hoje&amp;quot;&amp;gt;{{citar web |url=http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/premio-nobel-2011/aceleracao-genial |título=Aceleração genial |acessodata=12 de outubro de 2011 |data=4 de outubro de 2011 |publicado=[[Ciência Hoje]] |citação=Mas o que causa a expansão acelerada do universo? A ideia mais aceita hoje é que a constante cosmológica, rejeitada por Einstein, é a responsável. Essa força oposta à gravidade é chamada de energia escura e acredita-se que seja responsável por mais de 70% do universo. A energia escura teria ganhado força há aproximadamente cinco bilhões de anos, quando a primeira expansão do universo, iniciada com o Big Bang, estava perdendo força. A matéria existente no cosmos já havia se dispersado o suficiente para ‘diluir’ a força da gravidade, permitindo que a influência da energia escura se manifestasse e reiniciasse a expansão cósmica. “Hoje há várias hipóteses, mas ainda não entendemos bem o que é a energia escura“, diz Makler. “Grandes projetos estão em andamento para caracterizá-la e certamente em 10 anos já saberemos mais, embora se acredite que o entendimento completo desse fenômeno vá demorar.”}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atuais interpretações de observações astronômicas indicam que a [[idade do Universo]] é de 13,73 ([[Mais ou menos (símbolo)|±]] 0,12) bilhões de anos,&amp;lt;ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{citar periódico&lt;br /&gt;
|url=http://www.nytimes.com/2008/03/09/science/space/09cosmos.html&lt;br /&gt;
|titulo=Gauging Age of Universe Becomes More Precise&lt;br /&gt;
|ultimo=Chang&lt;br /&gt;
|primeiro=Kenneth&lt;br /&gt;
|data=2008-03-09&lt;br /&gt;
|jornal=[[New York Times]]|accessdate=2008-09-24}}&amp;lt;/ref&amp;gt; e seu diâmetro é de 93 bilhões de [[Ano-luz|anos-luz]] ou [[Notação científica|8,80 {{E|26}}]] [[metro]]s. &amp;lt;ref name=ly93&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{citar web &lt;br /&gt;
| ultimo = Lineweaver &lt;br /&gt;
| primeiro = Charles &lt;br /&gt;
| coautores = Tamara M. Davis &lt;br /&gt;
| ano = 2005 &lt;br /&gt;
| url = http://www.sciam.com/article.cfm?id=misconceptions-about-the-2005-03&amp;amp;page=5 &lt;br /&gt;
| titulo = Misconceptions about the Big Bang &lt;br /&gt;
| publicado = [[Scientific American]] &lt;br /&gt;
| accessdate = 2008-11-06}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
De acordo com a [[Relatividade geral|teoria da relatividade geral]], o espaço pode expandir-se tão rápido quanto a velocidade da luz, embora possamos ver somente uma pequena fração do universo devido à limitação imposta pela velocidade da luz. É incerto se a dimensão do espaço é finita ou infinita.&lt;br /&gt;
== Etimologia, sinônimo e definição ==&lt;br /&gt;
{{Vertambém|Cosmo|Natureza}}&lt;br /&gt;
A palavra &amp;#039;&amp;#039;Universo&amp;#039;&amp;#039; deriva do [[francês antigo]] &amp;#039;&amp;#039;Univers&amp;#039;&amp;#039; que por sua vez deriva do [[latim]] &amp;#039;&amp;#039;universum&amp;#039;&amp;#039;.&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;Edição Compacta do Dicionário Inglês Oxford&amp;#039;&amp;#039;, volume II, Oxford: Oxford University Press, 1971, p.3518.&amp;lt;/ref&amp;gt; A palavra latina foi usada por [[Cícero]] e posteriormente outros autores com o mesmo sentido que é usada atualmente.&amp;lt;ref name=&amp;quot;lewis_short&amp;quot; /&amp;gt; A palavra latina é derivada da contração poética &amp;#039;&amp;#039;Unvorsum&amp;#039;&amp;#039;&amp;amp;nbsp;— usada primeiramente por [[Lucrécio]] no Livro IV (linha 262) de seu &amp;#039;&amp;#039;[[De rerum natura]]&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;Sobre a Natureza das coisas&amp;#039;&amp;#039;)&amp;amp;nbsp;— que conecta &amp;#039;&amp;#039;un, uni&amp;#039;&amp;#039; (a forma combinada de &amp;#039;&amp;#039;unus&amp;#039;&amp;#039;, ou &amp;quot;one&amp;quot;) com &amp;#039;&amp;#039;vorsum, versum&amp;#039;&amp;#039; (um substantivo derivado do particípio passivo perfeito de &amp;#039;&amp;#039;vertere&amp;#039;&amp;#039;, que significa &amp;quot;algo rodado, rolado ou mudado&amp;quot;). &amp;lt;ref name=&amp;quot;lewis_short&amp;quot;&amp;gt;Lewis and Short, &amp;#039;&amp;#039;A Latin Dictionary&amp;#039;&amp;#039;, Oxford University Press, ISBN 0-19-864201-6, pp. 1933, 1977–1978.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Lucrécio usou a palavra com o sentido &amp;quot;tudo em um só, tudo combinado em um&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Foucault pendulum animated.gif|thumb|right|Captulação artística (exagerada) de um [[pêndulo de Foucault]] mostrando que a Terra não é fixa, mas gira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma interpretação alternativa de &amp;#039;&amp;#039;unvorsum&amp;#039;&amp;#039; é &amp;quot;tudo girando como um&amp;quot; ou &amp;quot;tudo girando através de um&amp;quot;. Nesse sentido, pode ser considerada a tradução de uma palavra para Universo no grego antigo, {{politônico|περιφορα}}, &amp;quot;algo transportado em um círculo&amp;quot;, originalmente utilizada para descrever o percurso de uma refeição, a comida sendo carregada em torno de um círculo de mesas.&amp;lt;ref&amp;gt;Liddell and Scott, &amp;#039;&amp;#039;A Greek-English Lexicon&amp;#039;&amp;#039;, Oxford University Press, ISBN 0-19-864214-8, p.1392.&amp;lt;/ref&amp;gt; Esta palavra grega refere-se a [[Esferas celestiais|um modelo grego antigo do universo]], onde toda matéria está contida dentro de esferas giratórias centradas na Terra; de acordo com [[Aristóteles]], a rotação da [[Primum Mobile|esfera ultraperiférica]] era responsável pelo movimento e mudança de tudo. Era natural para os gregos assumir que a Terra era estacionária e que os céus giravam sobre a ela, porque cuidadosas medidas [[Astronomia|astronômicas]] e físicas (como o [[Pêndulo de Foucault]]) são necessárias para provar o contrário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Sem-fontes|data=janeiro de 2010}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Subdivisões ==&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Observable universe atlasoftheuniverse.gif|thumb|250px|Milhares de [[superaglomerado de galáxias|superaglomerados de galáxias]] no Universo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Universo subdivide-se em [[Aglomerado de galáxias|Aglomerados de Galáxias]], que se subdividem em [[grupos de galáxias]] (com aproximadamente entre 3 e 5 milhões de [[ano luz|anos luz]] de diâmetro), que se subdividem em [[galáxia]]s, que se subdividem em [[sistema solar|sistemas solares]], que contêm [[corpo celeste|corpos celestes]], como [[estrela]]s, [[planetas]], [[asteroide]]s, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Futuro ==&lt;br /&gt;
Nesta altura, é ainda impossível garantir que o Universo continuará a [[expansão do universo|expandir-se]] infinitamente, levando à desagregação de toda a matéria e à sua morte, ou se eventualmente essa expansão abrandará e se iniciará um processo de condensação. Esta última hipótese, que sustenta a possibilidade da ocorrência de um fenômeno inverso ao [[Big Bang]], o [[Big Crunch]], leva à conclusão de que este Universo poderá ser apenas uma instância distinta de um conjunto mais vasto, a que outros &amp;#039;Big Bangs&amp;#039; e &amp;#039;Big Crunches&amp;#039; deram origem. O filósofo alemão [[Friedrich Nietzsche]] propôs a hipótese, na sua teoria do [[Eterno retorno]], de que o Universo e todos os acontecimentos que contém se repetem ou repetirão eternamente da mesma forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Ver também}} ==&lt;br /&gt;
{{Correlatos&lt;br /&gt;
|commons         = &lt;br /&gt;
|commonscat      = Space&lt;br /&gt;
|wikisource      = &lt;br /&gt;
|wikiquote       = Universo&lt;br /&gt;
|wikiquotecat    = &lt;br /&gt;
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|wikinoticias    = &lt;br /&gt;
|wikinoticiascat = &lt;br /&gt;
|wikcionario     = Universo&lt;br /&gt;
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|wikiversidade   = &lt;br /&gt;
|meta            = &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Abóbada celeste]]&lt;br /&gt;
* [[Acelerador de partículas|Aceleradores de partículas]]&lt;br /&gt;
* [[Aglomerado estelar]]&lt;br /&gt;
* [[Aglomerado estelar aberto]]&lt;br /&gt;
* [[Análise espectrográfica]]&lt;br /&gt;
* [[Big Splash]]&lt;br /&gt;
* [[Buraco branco]]&lt;br /&gt;
* [[Buraco negro]]&lt;br /&gt;
* [[Caudas cometárias]]&lt;br /&gt;
* [[Ciclo Solar]]&lt;br /&gt;
* [[Cinturão de Kuiper]]&lt;br /&gt;
* [[Cometa]]&lt;br /&gt;
* [[Cosmogonia]]&lt;br /&gt;
* [[Cosmologia]]&lt;br /&gt;
* [[Eclíptica]]&lt;br /&gt;
* [[Espaço-tempo]]&lt;br /&gt;
* [[Esfera celeste]]&lt;br /&gt;
* [[Esfera armilar]]&lt;br /&gt;
* [[Estrela de nêutrons|Estrela de nêutron]]&lt;br /&gt;
* [[Expansão do universo]]&lt;br /&gt;
* [[Galáxia]]&lt;br /&gt;
* [[Lei de Hubble-Homason]]&lt;br /&gt;
* [[Teoria da Relatividade]]&lt;br /&gt;
* [[Dimensão do universo]]&lt;br /&gt;
* [[Universo observável]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Referências}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Ligações externas}} ==&lt;br /&gt;
* {{Link||2=http://pckepler.if.ufrgs.br/index.htm |3=Astronomia e Astrofísica - UFRGS}}&lt;br /&gt;
* {{Link||2=http://pckepler.if.ufrgs.br/univ/univ.htm |3=Universo}}&lt;br /&gt;
* {{Link||2=http://pckepler.if.ufrgs.br/univ/eras.htm |3=Teorias correntes sobre o Big Bang}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Localização da Terra no espaço}}&lt;br /&gt;
{{Elementos da Natureza}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cosmologia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
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