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	<title>Equações de Navier-Stokes - Histórico de revisões</title>
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	<updated>2026-09-04T01:43:21Z</updated>
	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Navier-Stokes&amp;diff=6640&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: uma edição</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Navier-Stokes&amp;diff=6640&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2013-05-05T13:13:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;uma edição&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;As &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;equações de Navier Stokes&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; são [[equação diferencial|equações diferenciais]] que descrevem o escoamento de [[fluido]]s. São equações a [[derivada]]s parciais que permitem determinar os campos de [[velocidade]] e de [[pressão]] num escoamento. Foram denominadas assim após [[Claude-Louis Navier]] e [[George Gabriel Stokes]] desenvolverem um conjunto de equações que descreveriam o movimento das substâncias [[fluido|fluidas]] tais como [[líquido]]s e [[gas]]es. Estas equações estabelecem que mudanças no [[momento]] e [[aceleração]] de uma partícula fluída são simplesmente o produto (resultado) das mudanças na [[pressão]] e forças viscosas dissipativas (similar a fricção) atuando dentro do fluido. Esta força viscosa se origina na interação molecular e atua como gavinhas para fluido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, elas são um dos mais úteis conjuntos de equações, pois descrevem a física de um grande número de fenômenos de interesses econômicos e acadêmicos, inclusive em diversos ramos da engenharia. São usadas para [[modelo|modelar]] o [[clima]], [[correntes oceânicas]], fluxos da água em oceanos, estuários, lagos e rios, movimentos das [[estrelas]] dentro e fora da [[galáxia]], fluxo ao redor de [[aerofólio]]s (asas) de automóveis e de aviões, propagação de fumaça em incêndios e em chaminés industriais ([[dispersão]]). Também são usadas diretamente nos projetos de aeronaves e carros, nos estudos do fluxo sangüíneo ([[hemodinâmica]]), no projeto de [[usinas hidrelétricas]], nos projetos de [[hidráulica marítima]], na análise dos efeitos da [[poluição hídrica]] em rios, mares, lagos, oceanos e da dispersão da poluição atmosférica, etc... O [[modelo matemático]] muitas vezes deve ser complementado por um [[modelo físico]] num [[laboratório de hidráulica]] ou num [[túnel de vento]], tendo em vista as suas limitações práticas para representar escoamentos tridimensionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As equações de Navier-Stokes, juntamente com as equações de Maxwell, podem ser úteis para a modelagem e para estudos na [[magnetodinâmica]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas são [[equações diferenciais]] que descrevem o movimento do fluido, e que diferentemente das [[equação algébrica|equações algébricas]], não procuram estabelecer uma relação entre as variáveis de interesse (por exemplo. [[velocidade]] e [[pressão]]). Em vez disto, elas estabelecem relações entre as &amp;#039;&amp;#039;taxas de variação&amp;#039;&amp;#039; ou [[fluxo]]s destas quantidades. Em termos matemáticos, estas razões correspondem a suas [[derivada]]s. As equações de Navier-Stokes para o caso mais simples de um [[fluido ideal]] com viscosidade zero, estabelecem que a aceleração (a razão de variação da velocidade) é proporcional a derivada da pressão interna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto significa que as soluções das equações de Navier-Stokes para um dado problema físico devem ser obtidas com a ajuda do [[cálculo]]. Em termos práticos, somente os casos mais simples podem ser resolvidos desta forma e suas soluções exatas são conhecidas. Estes casos freqüentemente envolvem fluxo não-[[turbulento]] em estado estacionário (o fluxo não varia como o tempo) no qual a [[viscosidade]] do fluido é grande ou sua velocidade pequena ([[número de Reynolds]] pequenos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para situações mais complexas, tais como um sistema de clima global como o [[El Niño]] ou a [[Sustentação (aerodinâmica)|sustentação]] em uma asa, as soluções para a equação de Navier-Stokes freqüentemente devem ser encontradas com a ajuda de computadores. Este é um campo da ciência conhecido como [[CFD]], sigla do inglês Computational Fluid Dynamics ou [[Dinâmica dos Fluidos Computacional]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora estas equações foram escritas no século 19, ainda não foi comprovado que, a três dimensões existem sempre soluções , ou que, se elas existem, então não contêm qualquer singularidade (ou infinito ou descontinuidade).&amp;lt;ref&amp;gt;{{Citar web&lt;br /&gt;
|url=http://www.wolframscience.com/reference/notes/996d&lt;br /&gt;
|titulo=Historical Notes: Navier-Stokes equations&lt;br /&gt;
|publicado=wolframscience.com&lt;br /&gt;
|acessodata=15-Abril-2010&lt;br /&gt;
}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Existe um prêmio de 1.000.000 U$ que foi oferecido em Maio de 2000 pelo o [[Clay Mathematics Institute|Instituto de Matemática Clay]] para qualquer um que fizer progressos substanciais na direção de uma matemática teórica que possa ajudar a entender este fenômeno.&amp;lt;ref&amp;gt;{{Citar web&lt;br /&gt;
|url=http://www.claymath.org/millennium/Navier-Stokes_Equations/&lt;br /&gt;
|titulo=Clay Mathematics Institute&lt;br /&gt;
|publicado=www.claymath.org&lt;br /&gt;
|acessodata=15-Abril-2010&lt;br /&gt;
}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Suposições básicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de entrar nos detalhes da equação de Navier-Stokes, é necessário fazer várias suposições à cerca dos fluidos. A primeira é que um fluido é um meio continuo. Isto significa que ele não contém vazios, como por exemplo, bolhas dissolvidas no gás, ou que ele não consiste de partículas como da neblina. Outra hipótese necessária é que todas as variáveis de interesse tais como [[pressão]], [[velocidade]], [[densidade]], [[temperatura]], etc., são [[derivada|diferenciáveis]] (isto é, não tem [[transição de fase]]).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas equações são obtidas de princípios básicos de [[conservação da massa]], [[momento]], e [[energia]]. Para este objetivo, algumas vezes é necessário considerar um volume arbitrariamente finito, chamado de um [[volume de controle]], sobre o qual estes princípios possam ser facilmente aplicados. Este volume é representado por &amp;lt;math&amp;gt;\Omega&amp;lt;/math&amp;gt; e sua superfície de confinamento por &amp;lt;math&amp;gt;\partial \Omega&amp;lt;/math&amp;gt;. O volume de controle permanece fixo no espaço ou pode mover-se como o fluido. Isto conduz, contudo, para considerações especiais, como será mostrado a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Propriedades ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Não linearidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As equações de Navier-Stokes são [[equações diferenciais]] parciais não-lineares em praticamente todas as situações reais. Em alguns casos, tais como no [[fluxo unidimensional]] e no [[escoamento de Stokes]], estas equações podem ser simplificados em [[Equação linear|equações lineares]].&amp;lt;ref&amp;gt;{{Citar web&lt;br /&gt;
|url=http://universe-review.ca/R13-10-NSeqs.htm#NSeqs&lt;br /&gt;
|titulo=Fluid Dynamics and the Navier-Stokes Equations&lt;br /&gt;
|publicado=universe-review.ca&lt;br /&gt;
|acessodata=15-Abril-2010&lt;br /&gt;
}}&amp;lt;/ref&amp;gt; A não linearidade faz com que a maioria dos problemas sejam difíceis ou impossíveis de resolver e é o principal contribuinte para a turbulência que o modelo de equações.&amp;lt;ref&amp;gt;{{Citar web&lt;br /&gt;
|url=http://www.bv.fapesp.br/projetos-tematicos/1100/snens-iii-solucao-numerica-equacoes-navier-stokes/&lt;br /&gt;
|titulo=SNENS III - solução numérica das equações de Navier-Stokes: escoamentos...&lt;br /&gt;
|publicado=www.bv.fapesp.br&lt;br /&gt;
|acessodata=15-Abril-2010&lt;br /&gt;
}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Turbulência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mecânica de fluidos, turbulência ou [[fluxo turbulento]] é um regime de fluido caótico, caracterizado por alterações de propriedade estocástica.&amp;lt;ref&amp;gt;{{Citar web&lt;br /&gt;
|url=http://www.efunda.com/formulae/fluids/glossary.cfm?ref=lam#lam&lt;br /&gt;
|titulo=Glossary of Fluid Mechanics Terms&lt;br /&gt;
|publicado=www.efunda.com&lt;br /&gt;
|acessodata=19-Abril-2010&lt;br /&gt;
}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um fluxo sob [[fluxo turbulento|regime turbulento]] pode dar-se em variadas situações, tanto em superfícies livre como em escoamentos confinados, sendo esta habitual em situações de caudal elevado. O parâmetro mais utilizado para a verificação da existência deste regime é o número de Reynolds, sendo que caso o valor deste seja superior a 2500, o regime é considerado turbulento.&amp;lt;ref&amp;gt;{{Citar web&lt;br /&gt;
|url=http://209.85.129.132/search?q=cache:bMzRm60_R58J:www22.pair.com/csdc/download/clayt7.pdf+navier+stokes+turbulence&amp;amp;cd=4&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;client=firefox-a&lt;br /&gt;
|titulo=Turbulence and the Navier-Stokes Equations&lt;br /&gt;
|publicado=209.85.129.132&lt;br /&gt;
|acessodata=19-Abril-2010&lt;br /&gt;
}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;{{Citar web&lt;br /&gt;
|url=http://74.125.77.132/search?q=cache:cvlga_NgvzIJ:www-f1.ijs.si/~rudi/sola/jure.ps+navier+stokes+turbulence&amp;amp;cd=22&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;client=firefox-a&lt;br /&gt;
|titulo=TURBULENCE AND THE NAVIER-STOKES EQUATIONS&lt;br /&gt;
|publicado=74.125.77.132&lt;br /&gt;
|acessodata=19-Abril-2010&lt;br /&gt;
}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A derivada material ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As mudanças nas propriedades de um fluido em movimento podem ser medidas de duas formas diferentes. Isso será ilustrado através de um exemplo, utilizando a medição da velocidade do vento na [[atmosfera]]. Uma forma de medir estas mudanças é com a ajuda de [[anemômetro]] em uma estação climática, ou pela liberação de um balão atmosférico. Claro que o primeiro caso é mais indicado para medição da velocidade de todas as partículas que passam através de um ponto fixo no espaço. Contudo, no segundo caso, o instrumento está medindo mudanças na velocidade a medida que ele se move com o fluido. A mesma situação surge com medidas da mudança da densidade, temperatura, etc. Contudo, quando aplicamos uma diferenciação devemos destacar as diferenças destes dois casos. A derivada de um campo com respeito a uma posição fixa no espaço é conhecida como &amp;#039;&amp;#039;espacial&amp;#039;&amp;#039; ou &amp;#039;&amp;#039;derivada de Euler&amp;#039;&amp;#039;. A derivação acompanhando o movimento de uma partícula é chamada de &amp;#039;&amp;#039;substantiva&amp;#039;&amp;#039; ou derivada &amp;#039;&amp;#039;Lagrangiana&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A derivada material é definida pelo operador:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\frac{D}{Dt}(\cdot) \equiv \frac{\partial(\cdot)}{\partial t} + (\mathbf{v}\cdot\nabla)(\cdot)&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{v}&amp;lt;/math&amp;gt; é a velocidade do fluido. O primeiro termo do lado direito da equação é a derivada tradicional de Euler (isto é, a derivada com referência a um ponto fixo de referência) contudo o segundo termo representa as mudanças trazidas pelo movimento do fluido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Leis de Conservação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As equações de Navier-Stokes são derivadas dos [[Leis da Conservação|princípios da conservação]] da:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Massa]]&lt;br /&gt;
* [[Energia]]&lt;br /&gt;
* [[Momento Linear]]&lt;br /&gt;
* [[Momento Angular]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adicionalmente, é necessário assumir uma relação constitutiva ou [[equação de estado]] para o fluido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sua forma mais geral, uma lei de conservação estabelece que a razão de mudança de uma propriedade continua &amp;lt;math&amp;gt;L&amp;lt;/math&amp;gt; definida em todo volume de controle deve ser igual aquilo que é perdido através das fronteiras do volume, carregado para fora pelo movimento do fluido, mais o que é criado/consumido pelas fontes e sorvedouros dentro do volume de controle. Isto é expresso pela equação integral:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\frac{d}{dt}\int_{\Omega} L \; d\Omega = -\int_{\partial\Omega} L\mathbf{v\cdot n} d\partial\Omega+ \int_{\Omega} Q d\Omega&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;v&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é a velocidade do fluido e Q representa as fontes e sorvedouros no fluido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o volume de controle é fixado no espaço então a equação integral pode ser expressa assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\frac{d}{d t} \int_{\Omega}  L d\Omega = -\int_{\Omega} \nabla\cdot ( L\mathbf{v} ) d\Omega + \int_{\Omega} Q d\Omega &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note que o [[teorema da divergência]] de Gauss foi usado na dedução desta última equação, de forma a expressar o primeiro termo do lado direito no interior do volume de controle&lt;br /&gt;
Portanto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt; \frac{d}{dt}\int_{\Omega} L d\Omega = - \int_{\Omega} (\nabla\cdot ( L\mathbf{v} ) - Q) d\Omega &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A expressão acima é válida para &amp;lt;math&amp;gt;\Omega&amp;lt;/math&amp;gt;, que é um volume de controle que permanece fixo no espaço. Devido a &amp;lt;math&amp;gt;\Omega&amp;lt;/math&amp;gt; não variar no tempo, é possível trocar os operadores &amp;quot;&amp;lt;math&amp;gt;\frac{d}{dt}&amp;lt;/math&amp;gt;&amp;quot; e &amp;quot;&amp;lt;math&amp;gt; \int_{\Omega}^{} d\Omega&amp;lt;/math&amp;gt;&amp;quot;. E como esta expressão é valida para &amp;#039;&amp;#039;todos&amp;#039;&amp;#039; os domínios podemos, além disso, remover a integral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a introdução da derivada material obtemos, quando &amp;lt;math&amp;gt; Q = 0 &amp;lt;/math&amp;gt; (nenhuma fonte ou sorvedouro):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\frac{\partial}{\partial t} L + \nabla\cdot\left(L \mathbf{v} \right) = \frac{D}{Dt}L + L \left(\nabla\cdot \mathbf{v}\right) = 0&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Equação da continuidade ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conservação da massa é descrita assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\frac{\partial \rho}{\partial t} +&lt;br /&gt;
\nabla\cdot\left(\rho\mathbf{v}\right) = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
=\frac{\partial \rho}{\partial t} + \rho\nabla\cdot\mathbf{v} + \mathbf{v} \cdot \nabla \rho&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
=\frac{D \rho}{D t} + \rho \nabla \cdot \mathbf{v} = 0&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;\rho&amp;lt;/math&amp;gt; é a densidade de massa (massa por unidade de volume), e v é a velocidade do fluido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de um [[fluido incompressível]], &amp;lt;math&amp;gt;\rho&amp;lt;/math&amp;gt; não é uma função do tempo ou espaço e a equação se reduz a:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\nabla\cdot\mathbf{v} = 0&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Conservação do momento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\frac{\partial}{\partial t}\left(\rho v_i \right) + \nabla&lt;br /&gt;
\cdot (\rho v_i \mathbf{v}) =&lt;br /&gt;
\rho f_i .&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; \rho f_i &amp;lt;/math&amp;gt; é a i-ésima componente da força atuando no fluido (sempre força por unidade de volume. As forças comumente encontradas incluem a gravidade e gradientes de pressão.&lt;br /&gt;
Isto também pode ser expresso como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\frac{\partial}{\partial t}\left(\rho\mathbf{v}\right) + \nabla\cdot(\rho\mathbf{v}\otimes\mathbf{v}) = \rho \mathbf{f}&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note que &amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{v}\otimes\mathbf{v}&amp;lt;/math&amp;gt; é um [[tensor]], o &amp;lt;math&amp;gt;\otimes&amp;lt;/math&amp;gt; representa o [[produto tensorial]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos podemos simplificar isto mais, usando a equação de continuidade, obtendo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\rho\frac{D v_i}{D t}=\rho f_i&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
a qual é frequentemente escrita como:&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\rho\frac{D\mathbf{v}}{D t}=\rho \mathbf{f}&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na qual reconhecemos o usual &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;F&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;=m&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;a&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A equação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Forma Geral ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A forma das equações ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forma geral das equações de Navier-Stokes para a conservação do momento é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\rho\frac{D\mathbf{v}}{D t} = \nabla \cdot\mathbb{P} + \rho\mathbf{f}&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
Onde:&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\mathbb{P} = \begin{pmatrix}&lt;br /&gt;
p&amp;amp;0&amp;amp;0\\&lt;br /&gt;
0&amp;amp;p&amp;amp;0\\&lt;br /&gt;
0&amp;amp;0&amp;amp;p&lt;br /&gt;
\end{pmatrix}&lt;br /&gt;
+&lt;br /&gt;
\begin{pmatrix}&lt;br /&gt;
\sigma_{xx} &amp;amp;  \tau_{xy} &amp;amp; \tau_{xz} \\&lt;br /&gt;
\tau_{yx} &amp;amp; \sigma_{yy} &amp;amp; \tau_{yz} \\&lt;br /&gt;
\tau_{zx} &amp;amp;  \tau_{zy} &amp;amp; \sigma_{zz}&lt;br /&gt;
\end{pmatrix} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde os &amp;lt;math&amp;gt;\sigma&amp;lt;/math&amp;gt; são a tensão normal, &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; tensão tangencial (tensão cisalhamento), e p é a pressão estática, associada como a parte isotrópica do tensor de tensões &amp;#039;&amp;#039;sem considerar se o fluido está ou não em equilíbrio&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, temos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\rho\frac{D\mathbf{v}}{D t} = -\nabla p + \nabla \cdot\mathbb{T} + \rho\mathbf{f}&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;\mathbb{T}&amp;lt;/math&amp;gt; é a somatória da diagonal principal de &amp;lt;math&amp;gt;\mathbb{P}&amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta equação está ainda incompleta. Para completá-la, deve ser feita uma hipótese na forma de &amp;lt;math&amp;gt;\mathbb{P}&amp;lt;/math&amp;gt;, que é uma necessária lei constitutiva para o tensor de tensões como mostrado abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fluxo é tido como sendo [[diferenciável]] e [[função continua|contínuo]], permitindo que as leis de conservação sejam expressas como equações diferenciais parciais. No caso de fluidos incompressíveis (densidade constante), as variáveis a serem selecionadas são os componentes da pressão e velocidade. Os três componentes das equações de Navier-Stokes mais a conservação da massa (equação de continuidade) formam um sistema fechado de equações diferenciais parciais bem definidas para estas variáveis, que pode ser resolvido, em principio, para condições de contorno adequadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equação pode ser convertida para equações de Wilkinson pelo uso de variáveis secundárias [[vorticidade]] e [[função de fluxo]]. A solução depende das propriedades do fluxo (tais como [[viscosidade]], [[calor específico]], e [[condutividade térmica]]), e das soluções de contorno do domínio de estudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Formas especiais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas são algumas simplificações usuais do problema para as quais algumas soluções são conhecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fluidos Newtonianos ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos fluidos Newtonianos as seguintes hipóteses são válidas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;p_{ij}=-p\delta_{ij}+\mu\left(\frac{\partial v_i}{\partial x_j}+\frac{\partial v_j}{\partial x_i}-\frac{2}{3}\delta_{ij}\nabla\cdot\mathbf{v}\right)&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde:&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\mu&amp;lt;/math&amp;gt; é a [[viscosidade]] do fluido.&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\delta_{ij}&amp;lt;/math&amp;gt; é o [[delta Kronecker]] (1 for i=j; 0 for i &amp;lt;math&amp;gt;\ne&amp;lt;/math&amp;gt; j).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entender como isto foi &amp;#039;&amp;#039;derivado&amp;#039;&amp;#039;, notemos primeiro que no equilibrio, p&amp;lt;sub&amp;gt;ij&amp;lt;/sub&amp;gt;=-pδ&amp;lt;sub&amp;gt;ij&amp;lt;/sub&amp;gt;. Para um fluido Newtoniano, a variação do tensor força covariante do valor de equilíbrio é linear no gradiente da velocidade. Ele obviamente não pode depender da própria velocidade devido a [[Invariância de Galileu|Covariância de Galileu]]. Em outras palavras, p&amp;lt;sub&amp;gt;ij&amp;lt;/sub&amp;gt;+pδ&amp;lt;sub&amp;gt;ij&amp;lt;/sub&amp;gt; é linear na &amp;lt;math&amp;gt;\partial_i v_j&amp;lt;/math&amp;gt;. O fluido que são considerados aqui são [[invariância rotacional|invariante rotacionalmente]] (isto é, eles não são [[cristal líquido|cristais líquidos]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fluidos Bingham ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos fluidos de fluidos Bingham, nos temos algo ligeiramente diferente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\tau_{ij}=\tau_0 + \mu\frac{\partial v_i}{\partial x_j},\;\frac{\partial v_i}{\partial x_j}&amp;gt;0 &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes são fluidos capazes de suportar algum força de cisalhamento antes de iniciar o fluxo. Alguns exemplos comuns são [[pasta de dente]] e [[Plasticina|massa de modelagem]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fluidos Incompressiveis ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A equação de Navier-Stokes são&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\rho\frac{Du_i}{Dt}=\rho f_i-\frac{\partial p}{\partial x_i}+\frac{\partial}{\partial x_j}\left[&lt;br /&gt;
2\mu\left(e_{ij}-\frac{\Delta\delta_{ij}}{3}\right)\right]&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para [[conservação de momento]] e&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\nabla\cdot\mathbf{v}=0&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
para [[conservação da massa]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\rho&amp;lt;/math&amp;gt; é a [[densidade]],&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;u_i&amp;lt;/math&amp;gt; (&amp;lt;math&amp;gt;i=1,2,3&amp;lt;/math&amp;gt;) são os tres components da velocidade,&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;f_i&amp;lt;/math&amp;gt; forces que atuam no corpo (tais como a gravidade),&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;p&amp;lt;/math&amp;gt; a [[pressão]],&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\mu&amp;lt;/math&amp;gt; a [[viscosidade dinâmica]], de um ponto do fluido;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;e_{ij}=\frac{1}{2}\left(\frac{\partial u_i}{\partial x_j}+\frac{\partial u_j}{\partial x_i}\right)&amp;lt;/math&amp;gt;;&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\Delta=e_{ii}&amp;lt;/math&amp;gt; é a [[divergência]],&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\delta_{ij}&amp;lt;/math&amp;gt; é o [[delta Kronecker]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se &amp;lt;math&amp;gt;\mu&amp;lt;/math&amp;gt; é constante em todo o fluido, o momento da equação acima é simplificado para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\rho\frac{Du_i}{Dt}=\rho f_i-\frac{\partial p}{\partial x_i}&lt;br /&gt;
+\mu&lt;br /&gt;
\left(&lt;br /&gt;
  \frac{\partial^2u_i}{\partial x_j\partial x_j}+                                                                                                                                         \frac{1}{3}\frac{\partial\Delta}{\partial x_i}\right)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se agora adicionalmente &amp;lt;math&amp;gt;\rho&amp;lt;/math&amp;gt; é assumido constante nos obtemos o seguinte sistema:&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt; \rho \left({\partial v_x \over \partial t}+ v_x {\partial v_x \over \partial x}+ v_y {\partial v_x \over \partial y}+ v_z {\partial v_x \over \partial z}\right)= \mu \left[{\partial^2 v_x \over \partial x^2}+{\partial^2 v_x \over \partial y^2}+{\partial^2 v_x \over \partial z^2}\right]-{\partial p \over \partial x} +\rho g_x&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt; \rho \left({\partial v_y \over \partial t}+ v_x {\partial v_y \over \partial x}+ v_y {\partial v_y \over \partial y}+ v_z {\partial v_y \over \partial z}\right)= \mu \left[{\partial^2 v_y \over \partial x^2}+{\partial^2 v_y \over \partial y^2}+{\partial^2 v_y \over \partial z^2}\right]-{\partial p \over \partial y} +\rho g_y&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt; \rho \left({\partial v_z \over \partial t}+ v_x {\partial v_z \over \partial x}+ v_y {\partial v_z \over \partial y}+ v_z {\partial v_z \over \partial z}\right)= \mu \left[{\partial^2 v_z \over \partial x^2}+{\partial^2 v_z \over \partial y^2}+{\partial^2 v_z \over \partial z^2}\right]-{\partial p \over \partial z} +\rho g_z&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Equação de continuidade (assumindo incompressibilidade):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt; {\partial v_x \over \partial x}+{\partial v_y \over \partial y}+{\partial v_z \over \partial z}=0 &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note que as equações de Navier-Stokes podem somente descrever o fluxo de um fluido aproximadamente, a uma escala extremamente pequenas ou sob condições extremas, fluidos reais são constituídos de uma mistura de moléculas discretas e outros materiais, tais como partículas em suspensão e gases dissolvidos, o que ira produzir resultados diferentes dos obtidos de um fluido continuo e homogêneo modelado pela equações de Navier-Stokes. Dependendo do [[número de Knudsen]] do problema, a [[mecânica estatística]] deve ser uma abordagem mais apropriada. Contudo, as equações de Navier-Stokes são úteis para um grande número de problemas práticos, dentro de suas limitações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Simplificações adicionais e notação Vectorial e Integral====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As equações de Navier-Stokes podem-se expressar numa forma mais simplificada tomando as diferentes propriedades como constantes o variáveis, e supondo escoamentos em regime permanente, por exemplo. Além disso, resulta mais pratico o uso da notação indicial, especialmente no caso da programação em aplicações de simulação numérica.&amp;lt;ref&amp;gt;{{Citar web&lt;br /&gt;
|url=http://unal.academia.edu/DanielFl%C3%B3rezOrrego/Papers/1593120/Ecuacoes_de_Navier-Stokes/&lt;br /&gt;
|titulo=Equações de Navier-Stokes&lt;br /&gt;
|publicado=Flórez-Orrego,Daniel, Escola Politécnica da USP&lt;br /&gt;
|acessodata=08-Agosto-2012&lt;br /&gt;
}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Ver também}} ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Teorema de transporte de Reynolds]]&lt;br /&gt;
* [[Número de Reynolds]]&lt;br /&gt;
* [[Número Mach]]&lt;br /&gt;
* [[Número de Froude]]&lt;br /&gt;
* [[Fluxo de multifase]]&lt;br /&gt;
* [[CFD]]&lt;br /&gt;
* [[Modelo físico]]&lt;br /&gt;
* [[Modelo matemático]]&lt;br /&gt;
* [[Hidráulica]]&lt;br /&gt;
* [[Aerodinâmica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Referências}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Inge L. Rhyming &amp;#039;&amp;#039;Dynamique des fluides&amp;#039;&amp;#039;, 1991 PPUR&lt;br /&gt;
* A.D. Polyanin, A.M. Kutepov, A.V. Vyazmin, and D.A. Kazenin, &amp;#039;&amp;#039;Hydrodynamics, Mass and Heat Transfer in Chemical Engineering&amp;#039;&amp;#039;, Taylor &amp;amp; Francis, London, 2002. ISBN 0-415-27237-8&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Equações diferenciais}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Mecânica de fluidos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Hidráulica]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Aerodinâmica]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Física]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
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