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	<title>Entropia - Histórico de revisões</title>
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		<title>Calimero0000: Criou nova página com &#039;::&#039;&#039;Este artigo aborda a acepção física de entropia.&#039;&#039; {{ver desambiguação}}  [[Gelo derretendo - um exemplo cl...&#039;</title>
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		<updated>2014-04-01T15:11:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#039;::&amp;#039;&amp;#039;Este artigo aborda a acepção &lt;a href=&quot;/index.php?title=F%C3%ADsica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1&quot; class=&quot;new&quot; title=&quot;Física (página não existe)&quot;&gt;física&lt;/a&gt; de entropia.&amp;#039;&amp;#039; {{ver desambiguação}}  &lt;a href=&quot;/index.php/Ficheiro:Melting_icecubes.gif&quot; title=&quot;Ficheiro:Melting icecubes.gif&quot;&gt;thumb|right|200px|[[Gelo&lt;/a&gt; derretendo - um exemplo cl...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;::&amp;#039;&amp;#039;Este artigo aborda a acepção [[física]] de entropia.&amp;#039;&amp;#039;&lt;br /&gt;
{{ver desambiguação}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Imagem:Melting icecubes.gif|thumb|right|200px|[[Gelo]] derretendo - um exemplo clássico de aumento de entropia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;entropia&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (do [[Língua grega|grego]] &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;εντροπία&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, &amp;#039;&amp;#039;entropía&amp;#039;&amp;#039;), unidade [J/K] ([[joule]]s por [[kelvin]]), é uma [[grandeza física|grandeza]] [[termodinâmica]] que mensura o grau de irreversibilidade de um sistema, encontrando-se geralmente associada ao que denomina-se por &amp;quot;desordem&amp;quot;, não em [[senso comum]] &amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name =&amp;quot;Desordem_senso_comum&amp;quot; /&amp;gt;, de um [[sistema]] termodinâmico. Em acordo com a [[segunda lei da termodinâmica]], [[trabalho]] pode ser completamente convertido em [[calor]], e por tal em [[energia térmica]], mas energia térmica não pode ser completamente convertida em trabalho. Com a entropia procura-se mensurar a parcela de [[energia]] que não pode mais ser transformada em [[trabalho]] em transformações termodinâmicas à dada temperatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A parcela de [[energia interna]] de um sistema em seu [[equilíbrio termodinâmico]] que não pode mais ser convertida em trabalho à temperatura de equilíbrio pode ser determinada pelo produto da entropia S pela temperatura absoluta T do sistema no respectivo estado, encontrando-se disponível à execução de trabalho por tal apenas a parcela &amp;lt;math&amp;gt; F = U - TS &amp;lt;/math&amp;gt; da energia interna U em consideração. A parcela de energia interna F que pode ser convertida em trabalho, assim como a entropia, é uma [[função de estado]] do sistema, e por tal dá origem a um potencial termodinâmico: a [[energia livre de Helmholtz]] do sistema em consideração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A entropia é uma grandeza que busca mensurar não a energia tampouco a matéria totais encerrada pelas [[fronteira]]s do sistema termodinâmico, mas sim como esta matéria e esta energia encontram-se armazenadas e distribuídas no sistema definido por tais fronteiras. Assim, embora uma grandeza bem distinta das grandezas [[massa]], [[energia interna]] e [[quantidade de matéria]], a entropia de um sistema encontra-se certamente relacionada às grandezas citadas, sendo, da mesma forma que as anteriores, uma propriedade do sistema. A fim de definir-se um sistema simples especificam-se a energia interna U, a massa m - especificamente a quantidade de matéria N e a natureza das partículas que integram o sistema - e o volume V do mesmo, e ao fazê-lo determina-se também, de forma automática, o valor da entropia S do sistema - uma grandeza escalar - no estado final a ser atingido uma vez dado tempo suficiente para que todos os processos necessários aconteçam. Assim a entropia S nos estados de equilíbrio termodinâmico é uma função das grandezas antes citadas: &amp;lt;math&amp;gt; S=S_{(U,V,N)} &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ver-se-á que os processos que levam o sistema do estado inicial logo após este ter sido isolado até o estado de final - o estado de [[equilíbrio termodinâmico]] - ocorrem sempre de forma a provocarem aumentos - ou no limite a manutenção - do valor da entropia do sistema. Não ocorrem processos que impliquem a diminuição da entropia total de um [[sistema isolado]]. A entropia é pois uma [[função de estado]] que obedece a um princípio de maximização, o &amp;quot;princípio da máxima entropia&amp;quot;: a entropia em um estado de equilíbrio termodinâmico - satisfeitas as restrições impostas ao sistema - é sempre a máxima possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A entropia é uma [[função de estado]] cujo valor (sempre) cresce durante [[processo natural|processos naturais]] em [[sistema isolado|sistemas isolados]], e quando escrita em função das [[grandezas extensivas]] [[energia interna]] U, [[volume]] V e número de elementos N - no caso dos sistemas termodinâmicos mais simples - a entropia &amp;lt;math&amp;gt; S = S_{(U,V,N)}&amp;lt;/math&amp;gt; é, assim como as respectivas [[Transformada de Legendre|Transformadas de Legendre]], uma [[equação fundamental]] para o sistema termodinâmico em questão, sendo então possível, a partir desta e de todo o formalismo termodinâmico, obter-se qualquer informação física relevante para o sistema em estudo. &amp;lt;ref group = &amp;quot;Ref.&amp;quot; name = &amp;quot;Thermodynamics_do_Callen&amp;quot; /&amp;gt;. Se expressa em função de uma ou mais grandezas que não as citadas - conjugas a estas - a expressão para a entropia S reduz-se a uma mera [[equação de estado]]. As equações de estado, embora relacionem valores de grandezas termodinâmicas nos estados de equilíbrio, não retêm em si, individualmente, todas as informações acerca do sistema. É necessário o conhecimento de todas as equações de estado para recuperar-se a completeza acerca das informações - para a partir delas se estabelecer uma equação fundamental - e via transformada de Legendre, se estabelecer qualquer das demais equações fundamentais - se desejada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conceitos científicos de &amp;quot;desordem&amp;quot; ==&lt;br /&gt;
A associação incorreta da entropia com a &amp;quot;desordem&amp;quot; ao considerar-se o sentido em senso comum desta palavra leva muitas vezes a uma compreensão errônea da definição de entropia e também a usos completamente inadequados da [[segunda lei da termodinâmica]] &amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Em_sistemas_isolados&amp;quot; /&amp;gt;, e assim, vale estabelecer-se aqui pelo menos um conceito aceitável para o termo &amp;quot;desordem&amp;quot; que seja adequado ao meio científico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a [[física estatística]] a desordem de um sistema pode ser associada - não diretamente mas mediante uma [[função (matemática)|função]] [[logaritmo]] - ao número de [[microestados]] acessíveis ao sistema uma vez satisfeitas as [[Restrição (teoria da informação)|restrições]] impostas ao mesmo. Restrições práticas comuns em sistemas termodinâmicos ligam-se geralmente ao valor da [[energia interna]] U e ao [[volume]] V disponíveis ao sistema, e aumentar a desordem de um sistema significa aumentar o número de microestados (de configurações) acessíveis às partículas deste sistema.&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Playing cards.jpg|thumb|right|300px|A entropia mensura a quantidade de estados disponíveis uma vez satisfeitas as restrições impostas ao sistema. A entropia de um [[baralho]], imposto a condição de que todas as suas [[carta]]s estejam [[ordem|ordenadas]], visto que há apenas um estado que satisfaz a tal restrição, é nula, pois [[logaritmo neperiano|ln]] 1 = 0.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um exemplo elucidador mas não exatamente análogo seria o que se obtém quando considera-se um [[baralho]]. Imposta a restrição de que todas as suas 54 cartas estejam em uma dada [[conjunto ordenado|ordem]] pré-estabelecida, há apenas uma [[probabilidade|possibilidade]] de [[sequência]] para as cartas, ou seja, há apenas um microestado acessível a este sistema. Sua entropia seria, portanto, zero (pois [[logaritmo neperiano|ln]] 1 = 0). O número de microestados sobe para 54 se permitir-se que apenas uma dada carta esteja fora da ordem, e é significativamente maior se considerada a restrição de que apenas a primeira carta na sequência seja um [[ás]]. Se a restrição for relaxada ainda mais, impondo-se apenas que as cartas sejam as cartas de um único baralho completo (restrição antes também subentendida) o sistema terá o maior número de configurações possíveis, a maior desordem possível, e portanto a maior entropia possível. Aumentar a desordem, ou seja, a entropia de um sistema termodinâmico significa, de forma similar, dar-lhe condições para que haja um maior número de microestados acessíveis às [[partícula]]s que o compõem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comparação com o baralho não é direta pois em sistemas termodinâmicos há de se considerar a [[partículas idênticas|indistinguibilidade]] das partículas (o que não ocorre com as cartas) e o que vem a ser um microestado, ou seja, uma configuração do sistema, entre outros pormenores, mas de forma geral, assim como ocorre para o baralho, a remoção de restrições impostas ao sistema em [[equilíbrio termodinâmico|equilíbrio]] leva a um aumento na sua entropia. Importante também é observar que um aumento da energia interna U mantidas as restrições espaciais leva a um aumento de microestados acessíveis às particulas do sistema pois estas têm, agora, mais [[energia térmica|energia]], e portanto a um aumento na entropia deste. A entropia cresce com a energia interna U de forma [[função monótona|monótona]] para sistemas estáveis, o que significa dizer, em acordo com a definição de [[temperatura]] &amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Temperatura_absoluta&amp;quot; /&amp;gt; absoluta, que, para sistemas em equilíbrio, a [[temperatura absoluta]] nunca pode ser negativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há em verdade várias interpretações [[ciência|cientificamente]] corretas para o termo &amp;quot;desordem&amp;quot;, e citar-se-á também uma oriunda da termodinâmica e diretamente associada à [[segunda lei da termodinâmica]] e ao estudo da [[máquina térmica]] e das transformações de energia ([[calor]] e [[trabalho]]) nestas máquinas. A segunda lei obriga que uma máquina térmica (ou um [[refrigerador]]) tenha necessariamente uma fonte quente e uma fonte fria. Um aumento da entropia representa, em tais sistemas, uma medida da energia que, oriunda da fonte quente, poderia ter sido aproveitada na forma de trabalho, mas, não o sendo, foi simplesmente &amp;quot;desperdiçada&amp;quot; como calor na fonte fria, tornado-se doravante indisponível para produzir o citado trabalho. A associação com desordem provém da observação de que trabalho em [[física]] envolve necessariamente variação de volume de uma parte do sistema, ou seja, o movimento direcionado de uma [[fronteira]] restritiva interna ao [[sistema isolado]] (a fronteira comum entre dois de seus subsistemas), e por conseguinte movimento direcionado, ordenado, de todas as partículas do subsistema delimitado por esta fronteira em movimento. Trabalho tem assim a ver com transferência de [[energia cinética]] ([[energia térmica]]), mas as partículas responsáveis por esta transferência movem-se de forma ordenada, direcionada, &amp;quot;acompanhando&amp;quot; a fronteira em movimento. Já a energia térmica trocada na forma de calor implica também variação da energia de movimento das partículas dos subsistemas, mas estas partículas agora movem-se de forma completamente desordenadas durante esta troca. O calor, oposto ao trabalho, implica a &amp;quot;propagação&amp;quot; de energia térmica mediante movimentos aleatórios - transferência de energia térmica (cinética) em forma não espacialmente direcionada -, feito de forma que a fronteira do sistema efetivamente não se move (o calor &amp;quot;passa&amp;quot; pela fronteira). Assim, o aumento de entropia, e portanto da desordem, de um sistema significa transformar parte do &amp;quot;movimento ordenado&amp;quot; das partículas de um sistema - que poderia ser usado para fazer trabalho - em movimento &amp;quot;desordenado&amp;quot;, não associado a trabalho. O calor é a forma mais evidente de se fazer a entropia do sistema variar, ao passo que a troca de energia mediante trabalho por si só não implica variação da entropia, conforme visto.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Aumentar a desordem significa, assim, desperdiçar energia que poderia em princípio ser aproveitada como trabalho e, não o sendo, foi simplesmente entregue na forma de calor à fonte fria do sistema. Uma vez entregue à fonte fria, a energia atrelada ao aumento de entropia não pode mais, em contexto global, ser convertida em trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Entropia ==&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:El Universo y la Termodinamica.jpg|thumb|right|300px|A entropia é um conceito essencial ao estudo das [[máquinas térmicas]].]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Transformações reversíveis ===&lt;br /&gt;
A ideia de entropia, uma [[grandeza física]] que encontra sua definição dentro da área da [[termodinâmica]] &amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Indicacao_Sears&amp;quot; /&amp;gt;, surgiu no seguimento de uma [[função (matemática)|função]] criada por [[Clausius]] a partir de um [[Ciclo termodinâmico|processo cíclico]] [[processo reversível|reversível]]. Sendo Q o calor trocado entre o sistema e sua vizinhança e T a temperatura absoluta do sistema, em todo processo reversível a [[integral|integral de curva]] de &amp;lt;math&amp;gt;\frac{\delta Q}{T}&amp;lt;/math&amp;gt; só depende dos estados inicial e final, sendo independente do [[caminho]] seguido. Portanto deve existir uma [[função de estado]] do sistema, S = f (P, V, T), chamada de entropia, cuja variação em um processo reversível entre os estados inicial e final é:&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Indicacao_Halliday&amp;quot; /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\Delta S = S_2 - S_1 = \int_1^2 \frac {\delta Q} {T}&amp;lt;/math&amp;gt;, sendo Q reversível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A entropia física, em sua forma clássica é dada por:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;dS = \frac{\delta Q}{T}&amp;lt;/math&amp;gt;, desde que o calor seja trocado de forma reversível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ou, quando o processo é [[processo isotérmico|isotérmico]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;S_2 - S_1 = \begin{matrix} \cfrac{Q_{1 \to 2}}{T} \end{matrix}&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;#039;&amp;#039;S&amp;#039;&amp;#039; é a entropia, &amp;lt;math&amp;gt;Q_{1 \to 2}&amp;lt;/math&amp;gt; a quantidade de [[calor]] trocado e T a temperatura em [[Kelvin]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O significado desta [[equação]] pode ser descrito, em linguagem corrente, da seguinte forma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Em processos reversíveis como o descrito, quando um [[sistema termodinâmico]] passa do estado 1 ao estado 2, a [[variação]] em sua entropia é igual à variação da [[quantidade]] de [[calor]] trocada (de forma reversível) dividido pela [[temperatura]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Processos de não equilíbrio ===&lt;br /&gt;
Em processos mais complexos, o que inclui os processos irreversíveis e de não equilíbrio como a [[expansão livre]], entropia pode e sempre é produzida dentro do próprio sistema, e a variação total na entropia destes sistemas é igual à soma de dois termos: a entropia produzida e a entropia trocada com a vizinhança. A entropia trocada equivale, em [[Termodinâmica#Transformações e Processos|processos quase estáticos]], conforme descrito, à integral de dQ/T, sendo sempre nula quando a transformação é adiabática. O uso desta expressão ao casos de processos de não equilíbrio é contudo inadequado, ou, no mínimo, requer muita cautela, visto que a própria definição de [[temperatura]] fica comprometida. Já a entropia produzida vale zero apenas quando o processo é reversível, sendo sempre positiva em transformações irreversíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observa-se que em todas os processos a entropia total do sistema mais vizinhança ou aumenta (processos irreversíveis), ou fica constante ([[transformação isentrópica|transformações reversíveis]]). Na prática, apesar de existirem processos que muito se aproximam dos reversíveis, toda transformação leva a um aumento na entropia total do sistema mais vizinhança, e este [[princípio]] permite definir a [[Segunda Lei da Termodinâmica]], cuja implicação direta consiste no fato de que um processo tende a dar-se de forma espontânea em único sentido, aquele que leve ao aumento da entropia total (do sistema mais vizinhança). Por esses motivos, a entropia também é chamada de [[flecha do tempo]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como não é possível determinar-se o aumento da entropia partindo-se diretamente de considerações sobre os sistemas que estão em processos de não equilíbrio - irreversíveis - justamente por estes estarem fora do equilíbrio, para determinar-se a variação de entropia total sofrida por um sistema ao longo de um processo de não equilíbrio determina-se a diferença entre as entropias inicial e final associadas aos respectivos estados de equilíbrio inicial e final. Tal consideração leva em conta o fato de a entropia ser uma função de estado, e por tal sua variação não depende de como o sistema saiu de um estado e chegou ao outro, e sim apenas dos estados inicial e final envolvidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A unidade de entropia no [[Sistema Internacional de Unidades|SI]] é designada por &amp;#039;&amp;#039;J/K&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Definição termodinâmica ==&lt;br /&gt;
No início da década de [[1850]], [[Rudolf Clausius]] descreveu o conceito de &amp;#039;&amp;#039;[[energia desperdiçada]]&amp;#039;&amp;#039; em termos de [[Derivada|diferenciais]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em [[1876]], o [[física|físico]], [[química|químico]] e [[matemática|matemático]] [[Josiah Willard Gibbs|Willard Gibbs]] chegou à conclusão de que o [[conceito]] de &amp;#039;&amp;#039;[[Energia livre de Gibbs|energia disponível]]&amp;#039;&amp;#039; ΔG em um [[sistema termodinâmico]] é [[matemática|matematicamente]] obtido através da subtração entre a &amp;#039;&amp;#039;[[energia desperdiçada|energia perdida]]&amp;#039;&amp;#039; TΔS e a variação da energia total do sistema [[entalpia|ΔH]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes conceitos foram desenvolvidos posteriormente por [[James Clerk Maxwell]] [[1871]] e [[Max Planck]] [[1903]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos dias de hoje a entropia é [[postulado|postulada]] conforme se segue&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Indicacao_Callen&amp;quot; /&amp;gt;: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: - &amp;quot;Existe uma função (denominada entropia S) dos [[Grandezas extensivas|parâmetros extensivos]] de um sistema definida para todos os estados de [[equilíbrio termodinâmico]] deste sistema e com a seguinte propriedade: dentre todos os estados de equilíbrio possíveis que satisfazem as restrições físicas impostas ao sistema o estado de equilíbrio assumido pelo sistema será aquele para o qual os valores dos parâmetros extensivos neste estado levem à [[Ponto crítico (funções)|maximização]] do valor de sua entropia S. Em um sistema sem restrições internas a entropia é a maior possível.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A exemplo, na parte superior da figura ao lado tem-se um sitema com uma [[fronteira adiabática]] e uma restrição interna. O estado de equilíbrio termodinâmica de um sitema, satisfeitas as restrições internas, corresponde ao estado onde a entropia é a máxima possível. Na parte inferior a restrição é removida. O sistema passa por transformações e, após certo tempo atinge um novo estado de equilíbrio termodinâmico. Nestas transformações a entropia do sistema geralmente aumenta, o que ocorre para [[expansão livre]] mostrada, ou em casos outrem específicos - quando todos os processo se fazem de forma reversível- não se altera. A entropia de um sistema isolado nunca diminui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Entropie.png|thumb|right|200px| A entropia de um sistema aumenta mediante a remoção de restrições internas.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, o estado de equilíbrio realmente assumido por um sistema termodinâmico é, satisfeitas as restrições físicas impostas, o estado de maior entropia possível, e a remoção de uma restrição leva geralmente a um aumento da entropia do sistema composto, ou, em caso específicos (transformações reversíveis), à manutenção de seu valor, mas nunca a uma diminuição da mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há três outros postulados que, em termodinâmica, mostram-se diretamente associados à definição de entropia, sendo eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:- &amp;quot;A entropia de um sistema composto é [[adição|aditiva]] sobre os subsistemas que o constituem. A entropia é [[função contínua|contínua]] e [[função diferenciável|diferenciável]] e é uma [[função monótona|função monótona crescente]] da [[energia interna]] U.&amp;quot;&lt;br /&gt;
:- &amp;quot;A entropia de um sistema é nula para um estado onde a temperatura absoluta T também o seja.&amp;quot;&lt;br /&gt;
:- &amp;quot;Existe um estado particular - chamado estado de equilíbrio - de um sistema que, macroscopicamente, é completamente caracterizado pela energia interna U, pelo volume V, e pela [[quantidade de matéria]] N&amp;lt;sub&amp;gt;1&amp;lt;/sub&amp;gt;, N&amp;lt;sub&amp;gt;2&amp;lt;/sub&amp;gt;,N&amp;lt;sub&amp;gt;3&amp;lt;/sub&amp;gt; de seus [[tabela periódica|constituintes químicos]].&amp;quot; &amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Conforme_traducao_Callen /&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A entropia S quando expressa em função do volume V do sistema, da quantidade de partículas N do sistema e da energia interna U do sistema, S(U,N,V), é uma [[Equação fundamental|Equação Termodinâmica Fundamental]] para um sistema termodinâmico simples, e pode, mediante a [[Transformada de Legendre]], ser transformada em outras equações fundamentais como a equação da [[Entalpia]] H(S,P,N), [[Energia de Helmholtz]] F(T,V,N), [[Energia livre de Gibbs]] G(T,P,N) ou o [[Grande Potencial Canônico]] U(T,P,&amp;#039;&amp;#039;m&amp;#039;&amp;#039;). &lt;br /&gt;
Em sistemas termodinâmicos mais complexos, a exemplo em sistemas [[magnetismo|magnéticos]], outras [[variável|variáveis]] podem vir a figurar na equação entrópica fundamental e nas outras equações fundamentais, entretanto os conceitos de equação fundamental e transformada de Legendre permanecem os mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As equações fundamentais diferem das equações de estado basicamente no fato de que a partir de uma equação fundamental pode-se obter, com o uso do formalismo termodinâmico, qualquer informação a respeito do sistema termodinâmico por ela descrito, inclusive as equações de estado para este sistema, ao passo que o mesmo não pode ser feito a partir de uma equação de estado, que não retém em si todas as informações necessárias a respeito do sistema. É necessário um conjunto de equações de estado para a descrição completa de um sistema termodinâmico (do qual poderia obter-se, então, as equações fundamentais).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Primeira Lei da Termodinâmica ==&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal|[[Primeira Lei da Termodinâmica]]}}&lt;br /&gt;
A primeira lei da termodinâmica é a lei de conservação de energia aplicada aos processos térmicos. Nela observamos a equivalência entre trabalho e calor. Este princípio pode ser enunciado a partir do conceito de energia interna. Esta pode ser entendida como a energia associada aos [[átomo]]s e [[molécula]]s em seus movimentos e interações internas ao sistema.&lt;br /&gt;
Num [[sistema isolado]] a energia total permanece constante &amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Indicacao_Halliday_cap25&amp;quot; /&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Segunda Lei da Termodinâmica ==&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal|[[Segunda Lei da Termodinâmica]]}}&lt;br /&gt;
A Segunda Lei da Termodinâmica, uma importante [[lei física]], determina que &amp;#039;&amp;#039;a entropia total de um [[sistema isolado|sistema termodinâmico isolado]] tende a aumentar com o tempo, aproximando-se de um [[Ponto crítico (funções)|valor máximo]]&amp;#039;&amp;#039; à medida que restrições internas ao sistema são removidas. O estado de equilíbrio termodinâmico de um sistema isolado corresponde ao estado onde, satisfeitas as restrições internas, a entropia é máxima. Duas importantes consequências disso são que o [[calor]] não pode passar naturalmente de um [[corpo]] [[frio]] a um corpo [[quente]], e que um [[Moto-contínuo|Moto perpétuo]], ou seja, um motor que produza trabalho infinitamente, mas por calor, seja impossível &amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Indicacao_Halliday_Cap26&amp;quot; /&amp;gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Interpretação estatística ==&lt;br /&gt;
Em [[1877]], [[Ludwig Boltzmann]] visualizou um [[física estatística|método probabilístico]] para medir a entropia de um determinado número de [[partícula]]s de um [[gás ideal]], na qual ele definiu entropia como proporcional ao [[logaritmo neperiano]] do número de [[microestado]]s que um gás pode ocupar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;S = k \cdot \ln \Omega&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde S é a entropia, k é a [[constante de Boltzmann]] e Ω é o número de microestados possíveis para o sistema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho de Boltzmann consistiu em encontrar uma forma de obter a [[equação]] entrópica fundamental S a partir de um tratamento matemático-probabilístico &amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Trabalho_Boltzman&amp;quot; /&amp;gt; facilmente aplicável aos sistemas em questão. Ao fazê-lo, conectou o todo poderoso formalismo termodinâmico associado à equação fundamental a um método de tratamento probabilístico simples que exige apenas considerações físicas primárias sobre o sistema em análise, obtendo, a partir de considerações básicas, todo o comportamento termodinâmico do sistema.&lt;br /&gt;
A equação de Boltzman mostra-se muito importante para o estudo termodinâmico de tais sistemas, e reconhecida como tal pelo próprio autor, encontra-se gravada em sua lápide &amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;FotoBoltzmann&amp;quot; /&amp;gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Superfícies isentrópicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Superfícies [[transformação isentrópica|isentrópicas]] são superfícies formadas por todos os [[ponto]]s que apresentem, em um diagrama de estados - onde os [[eixos coordenados]] estão associados às grandezas termodinâmicas como [[pressão]], [[volume]] e [[temperatura]] (etc.), e cada ponto representa um possível estado de equilíbrio termodinâmico do sistema -, o mesmo valor para a entropia S. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transformações sofridas pelo sitema são expressas como [[Caminho (topologia)|linhas]] unindo uma sequência de pontos no diagrama de estados, ou como &amp;quot;saltos&amp;quot; entre estes pontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para um sistema isolado que sofra apenas transformações reversíveis, as linhas que representam as mudanças de estado estão restritas à [[superfície]] isentrópica à qual pertence o estado inicial. O sistema pode ser levado de um estado inicial a qualquer outro estado representado por ponto sobre a mesma isentópica sem comprometer a possibilidade de retorno ao estado inicial, feita também sobre a mesma superfície isentrópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transformações irreversíveis em sistemas isolados (como a [[expansão livre]]) conectam pontos em isentrópicas distintas. Uma vez descrito por ponto em outra isentrópica (de valor S maior), o sistema isolado jamais poderá retornar ao estado inicial, ficando todos os estados associados à isentrópica anterior inacessíveis ao sistema isolado, que agora pode assumir apenas configurações descritas por pontos na sua nova isentrópica, ou em isentrópicas superiores (com maiores valores de S).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O retorno do sistema a isentrópicas com menores valores de S só é possível mediante a troca de calor e de entropia com a vizinhança, e assim, neste caso, o sistema não poderá mais estar [[transformação adiabática|adiabaticamente]] isolado. Tem-se então, em acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, uma redução na entropia do sistema às custas de um aumento na entropia global do conjunto sistema mais vizinhaça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escoamentos isentrópicos são uma boa aproximação para os [[vento|escoamentos]] [[atmosfera|atmosféricos]] reais em [[escala sinótica]], nas regiões sem [[precipitação]] (por exemplo, nos [[anticiclone|escoamentos anticiclônicos]], anti-horários no [[Hemisfério Sul]] e horários no [[Hemisfério Norte]]) e em [[equilíbrio radiativo]] (o ganho é igual à perda da densidade de fluxo radiativo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{referências|Notas|grupo=&amp;quot;Nota&amp;quot;|refs=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name =&amp;quot;Desordem_senso_comum&amp;quot; &amp;gt;A associação entre entropia e o conceito de &amp;quot;desordem&amp;quot; que vigora em &amp;quot;senso comum&amp;quot; (o de &amp;quot;bagunça&amp;quot;) é possível, mas diga-se de passagem, por ser geralmente feita de forma muito pouco cautelosa, bem &amp;quot;delicada&amp;quot;!&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Em_sistemas_isolados&amp;quot; &amp;gt;Em particular, a lei do &amp;quot;aumento da desordem&amp;quot;, vale lembrar explicitamente - válida em sistemas &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;isolados&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; - não contraria outras teorias científicas como a teoria do Big Bang ou mesmo a teoria da evolução biológica, e quem as usa para &amp;quot;invalidar&amp;quot; tais teorias incorre em erro científico crasso.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Temperatura_absoluta&amp;quot; &amp;gt;A temperatura é definida, em termodinâmica, como a derivada parcial da energia interna em relação à entropia: &amp;lt;math&amp;gt; T= \frac{\part U_{(S, V, N, etc.)}}{\part S} &amp;lt;/math&amp;gt;. Se a entropia cresce com o aumento de energia interna, esta derivada é necessariamente positiva&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Indicacao_Sears&amp;quot; &amp;gt;Para uma introdução um pouco aprofundadada sobre Termodinâmica e suas Leis, sobre o conceito de diagramas e equações de estado, sobre equações fundamentais e potenciais termodinâmicos, sobre entropia, sobre aplicações práticas e mais, consulte: Termodinâmica, Teoria Cinética e Termodinâmica Estatística (Sears; Salinger).&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Indicacao_Halliday&amp;quot; &amp;gt;Para um introdução ao conceito de entropia, sua associação com processos reversíveis, irreversíveis e com a Segunda Lei da Termodinâmica, consulte Física 1 (Halliday; Resnick; Krane), cap. 26 entre outros.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Indicacao_Callen&amp;quot; &amp;gt;Para maiores esclarecimentos sobre o postulado da entropia e sobre os a ele associados, sobre as equações fundamentais e sobre a transformada de Legendre, consulte Thermodynamics and an Introduction to Thermostatistics (Callen), cap. 1.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Conforme_traducao_Callen &amp;gt;Conforme traduzido das citações encontradas em Thermodynamics and an Introduction to Thermostatistics (Callen), seções 1-5 e 1-10.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Indicacao_Halliday_cap25&amp;quot; &amp;gt;Para uma introdução à Primeira Lei da Termodinâmica, consulte Física 2 (Halliday, Resnick, Krane), cap. 25.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Indicacao_Halliday_Cap26&amp;quot; &amp;gt;Para uma introdução à Segunda Lei da Termodinâmica, consulte Física 2 (Halliday, Resnick, Krane), cap. 26.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;Trabalho_Boltzman&amp;quot; &amp;gt;Para uma melhor compreensão do trabalho de Boltzmann no contexto da termodinâmica estatística e para uma introdução (matemática e elucidativa) ao estudo estatístico de sistemas termodinâmicos e ao formalismo termodinâmico associado às equações fundamentais, consulte: Introdução à Física Estatística (Salinas, R. A.).&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Nota&amp;quot; name = &amp;quot;FotoBoltzmann&amp;quot; &amp;gt;Uma foto do túmulo de Boltzmann em Viena, mostrando a equação S=k log w, pode ser encontrada no frontispício do livro Introdução à Física Estatística (Salinas, Sílvio R. A.)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{referências|grupo=&amp;quot;Ref.&amp;quot;|refs=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref group = &amp;quot;Ref.&amp;quot; name = &amp;quot;Thermodynamics_do_Callen&amp;quot; &amp;gt;Em acordo com Callen, Herbert B. - Thermodynamics and An Introduction to Thermostatics - John Wiley &amp;amp; Sons - ISBN 0-471-86256-8&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bibliografia===&lt;br /&gt;
*{{Citar livro&lt;br /&gt;
 |autor=[[David Halliday|Halliday, David]]; [[Robert Resnick|Resnick, Robert]]; Krane, Kenneth S.&lt;br /&gt;
 |título= Física (volumes 1,2, 3 e 4)&lt;br /&gt;
 |editora= LTD Livros Técnicos e Científicos Editora&lt;br /&gt;
 |local= Rio de Janeiro&lt;br /&gt;
 |ano=1996&lt;br /&gt;
 |isbn=0&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{Citar livro&lt;br /&gt;
 |autor= Callen, Herbert B.&lt;br /&gt;
 |título= Thermodynamics and an Introduction to Thermostatics Second edition&lt;br /&gt;
 |editora= John Wiley &amp;amp; Sons Inc.&lt;br /&gt;
 |local=Nova Iorque&lt;br /&gt;
 |ano=1985&lt;br /&gt;
 |isbn=0-471-86256-8&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{Citar livro&lt;br /&gt;
 |autor= Sears, Francis W; Salinger, Gerhard L.&lt;br /&gt;
 |título= Termodinâmica, Teoria Cinética, e Termodinâmica Estatística.&lt;br /&gt;
 |editora= Guanabara Dois&lt;br /&gt;
 |local= Rio de Janeiro&lt;br /&gt;
 |ano=1979&lt;br /&gt;
 |isbn=&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
*{{Citar livro&lt;br /&gt;
 |autor= Salinas, Sílvio R. A.&lt;br /&gt;
 |título= Introdução à Física Estatística&lt;br /&gt;
 |editora= Editora da Universidade de São Paulo&lt;br /&gt;
 |local= São Paulo&lt;br /&gt;
 |ano=1999&lt;br /&gt;
 |isbn=85-314-0386-3&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=={{Ligações externas}}==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontra-se na rede um artigo sobre entropia intitulado [http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=1&amp;amp;ved=0CBgQFjAA&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fmatematicaos.codingcorner.net%2Fdownloads.php%3Fid%3D8%26type%3Dpdf&amp;amp;rct=j&amp;amp;q=entropia%20algumas%20pistas&amp;amp;ei=bszsTZ76Narb0QHz3b3GAQ&amp;amp;usg=AFQjCNE0Ibezm9l-ekO6l1ptjwn_D7ZZ8g&amp;amp;cad=rja &amp;quot;Entropia: algumas pistas para sua interpretação&amp;quot;] cuja leitura pode ser de grande valia.&lt;br /&gt;
*[http://ltodi.est.ips.pt/cgouveia/New%20Folder/Capítulo%206%20-%20Entropia.ppt Apresentação sobre Entropia - &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;ltodi.est.ips.pt&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;]&lt;br /&gt;
*[http://ee.stanford.edu/~gray/it.pdf Entropy and Information Theory; Robert M. Gray; Stanford University - &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;ee.stanford.edu&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;] {{en}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ver também ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Termodinâmica]]&lt;br /&gt;
*[[Lei zero da termodinâmica]]&lt;br /&gt;
*[[Primeira lei da termodinâmica]]&lt;br /&gt;
*[[Segunda lei da termodinâmica]]&lt;br /&gt;
*[[Transformada de Legendre]]&lt;br /&gt;
*[[Entalpia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Energias físico-químicas}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Termodinâmica]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Grandezas físicas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
	</entry>
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