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	<title>Condensado de Bose-Einstein - Histórico de revisões</title>
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	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Condensado_de_Bose-Einstein&amp;diff=6073&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: uma edição</title>
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		<updated>2013-05-03T11:41:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;uma edição&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Condensado de Bose-Einstein&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma [[fase da matéria]] formada por [[bósons]] a uma temperatura muito próxima do [[zero absoluto]]. Nestas condições, uma grande fracção de [[átomo]]s atinge o mais baixo [[estado quântico]], e nestas condições os efeitos quânticos podem ser observados à escala macroscópica. A existência deste estado da matéria como consequência da [[mecânica quântica]] foi inicialmente prevista por [[Albert Einstein]] em [[1925]], no seguimento do trabalho efetuado por [[Satyendra Nath Bose]]. O primeiro condensado deste tipo foi produzido setenta anos mais tarde por [[Eric Cornell]] e [[Carl Wieman]] em [[1995]], na [[Universidade de Colorado]] em [[Boulder (Colorado)|Boulder]], usando um gás de átomos de [[rubídio]] arrefecido a 170 [[nano]][[kelvin]]s (nK).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bose Einstein condensate.png|right|thumb|350px|Dados de distribuição de velocidade confirmando a descoberta de um novo estado da matéria, o Condensado de Bose-Einsten, a partir de um gás de Rubídio]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição detalhada do gráfico de distribuição de velocidades ==&lt;br /&gt;
As cores artificiais representam o número de átomos em cada velocidade, indicando o vermelho menos átomos e o branco mais átomos. As áreas em que aparecem branco e azul claro são velocidades menores. Esquerda: Logo antes do aparecimento do condensado de Bose-Einstein. Centro: No instante do aparecimento do condensado. Direita: após a rápida evaporação, deixando amostras puras do condensado. O pico não é infinitamente estreito devido ao [[Princípio da incerteza de Heisenberg|Princípio da Incerteza de Heisenberg]]: quando um átomo é retido numa região específica do espaço a sua distribuição de velocidade possui necessariamente uma certa largura mínima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Introdução ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os condensados de Bose-Einstein são [[fluido]]s de baixas temperaturas com propriedades não totalmente compreendidas, como fluir espontaneamente para fora do seu recipiente. Este efeito é uma consequência da [[mecânica quântica]], que postula que qualquer sistema só pode adquirir energia em quantidades discretas. Se um sistema está a uma temperatura tão baixa que esteja no seu estado de energia mínima, não é possível reduzir a sua [[energia]], nem sequer por [[fricção]]. Assim sendo, sem fricção, o fluido facilmente supera a [[gravidade]] devido às forças de adesão entre o fluido e a parede do seu recipiente e tomará a posição mais favorável, ou seja, a toda a volta do recipiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Teoria ==&lt;br /&gt;
O abrandamento de átomos por meio de [[arrefecimento]] produz um estado quantico único conhecido como &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;condensado de Bose&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; ou &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;condensado de Bose-Einstein&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;. Este fenômeno foi teorizado nos anos 20 por [[Albert Einstein]], ao generalizar o trabalho de [[Satyendra Nath Bose]] sobre a [[mecânica estatística]] dos [[Fóton]]s (sem [[massa]]) para [[átomo]]s (com massa). (O manuscrito de Einstein, que se pensava estar perdido, foi encontrado em 2005 numa [[biblioteca]] da [[Universidade de Leiden]]). O resultado do trabalho de Bose e Einstein é o conceito de [[gás de Bose]], governado pela [[estatística de Bose-Einstein]] que descreve a distribuição estatística de partículas idênticas de [[spin]] inteiro, conhecidas hoje em dia como [[Bóson]]s. As partículas bosónicas, que incluem o [[Fóton]] e átomos como o [[hélio]]-4 podem partilhar estados quânticos umas com as outras. Einstein especulou que arrefecendo os átomos bosónicos até temperaturas muito baixas os faria colapsar (ou &amp;quot;condensar&amp;quot;) para o mais baixo estado quântico acessível, resultando numa nova forma de matéria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta transição ocorre abaixo de uma temperatura crítica, a qual, para um gás tridimensional uniforme consistindo em partículas não-interactivas e sem graus internos de liberdade aparentes, é dada por:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;T_c=\left(\frac{n}{\zeta(3/2)}\right)^{2/3}\frac{h^2}{2\pi m k_B}&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;dl&amp;gt;&amp;lt;dd&amp;gt;&lt;br /&gt;
{|cellspacing=&amp;quot;0&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;0&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &amp;lt;math&amp;gt;T_c&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
| &amp;amp;nbsp;é&amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
| a temperatura crítica,&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &amp;lt;math&amp;gt;n&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| a densidade da partícula,&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &amp;lt;math&amp;gt;m&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| a massa por bóson,&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &amp;lt;math&amp;gt;h&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| a [[constante de Planck]],&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &amp;lt;math&amp;gt;k_B&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| a [[constante de Boltzmann]], e&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &amp;lt;math&amp;gt;\zeta&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
|&lt;br /&gt;
| a [[função zeta de Riemann]]; &amp;lt;math&amp;gt;\zeta(3/2)&amp;lt;/math&amp;gt;&amp;amp;nbsp;≈&amp;amp;nbsp;2.6124.&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/dd&amp;gt;&amp;lt;/dl&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descoberta ==&lt;br /&gt;
{{Sem-notas|data={{ucfirst:junho de 2009}}}}&lt;br /&gt;
Em [[1938]], [[Pyotr Leonidovich Kapitsa|Pyotr Kapitsa]], [[John F. Allen|John Allen]] e [[Don Misener]] descobriram que o [[Hélio|hélio-4]] se transformava num novo tipo de fluido, hoje conhecido como um [[superfluido]], a temperaturas abaixo dos 2,17 kelvin (K) ([[ponto lambda]]). O hélio superfluido tem muitas propriedades invulgares, incluindo [[viscosidade]] zero (a propriedade de fluir sem dissipar energia) e a existência de vórtices quantizados. Rapidamente se percebeu que esta natureza superfluida era devida à condensação de Bose-Einstein dos átomos de hélio-4, que são bósons (ou bosões, no português de Portugal). De facto, muitas das propriedades do hélio superfluido aparecem também nos condensados de Bose-Einstein gasosos criados por Cornell, Wieman e Ketterle (ver abaixo). No entanto, o hélio-4 superfluido não é normalmente referido como um condensado de Bose-Einstein por ser líquido em vez de gasoso, o que significa que as interacções entre os átomos são relativamente fortes. A teoria original da condensação de Bose-Einstein tem de ser profundamente modificada para descrever este comportamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro &amp;quot;verdadeiro&amp;quot; condensado de Bose-Einstein foi criado por [[Eric Cornell]], [[Carl Wieman]] e colegas no [[Joint Institute for Laboratory Astrophysics|JILA]] a [[5 de Junho]] de [[1995]]. Este feito foi conseguido arrefecendo um vapor diluído de aproximadamente 2000 átomos de [[rubídio|rubídio-87]] até atingir temperaturas abaixo dos 170 nK usando uma combinação de [[arrefecimento a laser]] (uma técnica que valeu aos seus inventores [[Steven Chu]], [[Claude Cohen-Tannoudji]] e [[William D. Phillips]] o [[Prémio Nobel da Física]] em [[1997]]) e arrefecimento por evaporação magnética. Cerca de quatro meses depois, um projeto independente conduzido por [[Wolfgang Ketterle]] no [[Massachusetts Institute of Technology|MIT]] criou um condensado formado por [[sódio|sódio-23]]. O condensado de Ketterle era constituído por trezentas vezes mais átomos, o que lhe permitiu obter vários resultados importantes como a observação de [[interferência]] [[mecânica quântica|quanto-mecânica]] entre dois condensados diferentes. Cornell, Wieman e Ketterle ganharam o Prémio Nobel em [[2001]] pelo seu trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A condensação de Bose-Einstein também se aplica a [[quasipartículas]] em materiais [[sólido]]s. Um [[mágnon]] num [[antiferromagneto]] possui [[spin]] 1 e portanto obedece à estatística de Bose-Einstein. A densidade de [[mágnon]]s é controlada por um campo magnético externo, que desempenha o papel de &amp;quot;[[potencial químico]]&amp;quot; do [[mágnon]]. Esta técnica permite o acesso a uma ampla faixa de densidades de bósons, desde o limite de um gás de Bose diluído até ao de líquido de Bose fortemente interativo. Um ordenamente magnético observado no ponto de condensação é o análogo da [[superfluidez]]. Em [[1999]], a condensação de Bose para [[mágnon]]s foi demonstrada no TICuCl3&amp;lt;ref&amp;gt;^ Nikuni, T., M. Oshikawa, A. Oosawa, and H. Tanaka, (1999). &amp;quot;[http://dx.doi.org/10.1103/PhysRevLett.84.5868 Bose–Einstein Condensation of Dilute Magnons in TlCuCl3]&amp;quot;. Physical Review Letters 84: 5868.&amp;lt;/ref&amp;gt;. A condensação foi observada a temperaturas tão altas quanto 14 K. Uma temperatura de transição tão alta (relativamente àquela dos gases atómicos) deve-se a uma densidade maior obtenível com [[mágnon]]s e a uma massa menor (aproximadamente igual à massa do elétron).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Características invulgares ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Experiências mais detalhadas da equipa do JILA, em 2000, revelaram uma até então desconhecida propriedade do condensado de Bose-Einstein. Cornell, Wieman e seus colegas de trabalho utilizaram originalmente o rubídio-87, um isótopo cujos átomos se repelem naturalmente formando um condensado mais estável. Os instrumentos da equipa do JILA já permitiam melhor controle sobre o condensado, e assim as experiências foram feitas em átomos naturalmente &amp;#039;&amp;#039;atrativos&amp;#039;&amp;#039; de outro isótopo de rubídio, o rubídio-85 (com deflexão átomo-átomo negativa). Através de um processo denominado &amp;#039;&amp;#039;[[ressonância de Feshbach]]&amp;#039;&amp;#039;, que envolve um varrimento do campo magnético, causando colisões com inversão de spin, os investigadores do JILA diminuíram as energias características e discretas com as quais os átomos de rubídio se ligam em moléculas tornando seus átomos de Rb-85 repulsivos e criando um condensado estável. A mudança reversível de atração para repulsão origina-se da interferência quântica entre átomos de condensado que se comportam como ondas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os cientistas aumentaram ainda mais a intensidade do campo magnético, a repulsão foi repentinamente substituída pela atração, o condensado implodiu e encolheu além do limiar de detecção, e depois explodiu, destruindo aproximadamente dois terços dos seus cerca de 10&amp;amp;nbsp;000 átomos. Cerca de metade dos átomos no condensado parece ter desaparecido totalmente durante a experiência, não sendo observáveis nos restos arrefecidos ou na nuvem gasosa expandida. Carl Wieman explicou que, segundo a teoria atômica atual, esta característica do condensado de Bose-Einstein não poderia ser explicada pois o estado de energia de um átomo próximo do zero absoluto não deveria ser suficiente para causar uma implosão; no entanto, foram subsequentemente avançadas teorias de campo médio com vista à explicação deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visto que explosões de [[supernova]]s são implosões, a explosão de um condensado de Bose-Einstein em colapso foi batizada &amp;quot;[[bosenova]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Investigação atual ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comparados com os estados da matéria mais comuns, os condensados de Bose-Einstein são extremamente frágeis. A mínima interação com o mundo exterior pode ser suficiente para aquecê-los acima do limite de condensação, formando assim um gás normal com a perda das suas propriedades, por isso ainda não existe nenhuma aplicação prática para eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda assim, os condensados de Bose-Einstein têm sido úteis na investigação de variadas questões da física fundamental, e desde as descobertas iniciais dos grupos do JILA e do MIT houve uma explosão na atividade teórica e experimental. Exemplos disso incluem experiências que demonstraram a interferência entre condensados devido à [[Dualidade onda-corpúsculo|dualidade onda-particula]]&amp;lt;ref&amp;gt;http://cua.mit.edu/ketterle_group/Projects_1997/Interference/Interference_BEC.htm&amp;lt;/ref&amp;gt;, o estudo da [[superfluidez]] e [[vórtice]]s&amp;lt;ref&amp;gt;http://www.aip.org/pt/vol-53/iss-8/p19.html&amp;lt;/ref&amp;gt; quantizados e o [[Velocidade da luz|abrandamento de pulsações de luz]] até velocidades muito pequenas usando a [[transparência induzida electromagneticamente]]&amp;lt;ref&amp;gt;http://www.europhysicsnews.com/full/26/article1/article1.html&amp;lt;/ref&amp;gt;. Os experimentadores também construíram &amp;quot;grades ópticas&amp;quot;, onde o padrão de interferência de laseres sobrepostos fornece um potencial periódico ao condensado. Estas têm sido usadas para explorar a transição entre um superfluido e um [[isolador de Mott]]&amp;lt;ref&amp;gt;http://qpt.physics.harvard.edu/qptsi.html&amp;lt;/ref&amp;gt; e podem ser úteis no estudo na condensação de Bose-Einstein em menos do que três dimensões, por exemplo no [[gás de Tonks-Girardeau]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já foram produzidos condensados de Bose-Einstein compostos por uma grande variedade de [[isótopo]]s &amp;lt;ref&amp;gt;http://physicsweb.org/articles/world/18/6/1&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Experiências semelhantes sobre arrefecimento de [[férmion]]s, em lugar de [[bóson]]s a temperaturas extremamente baixas, criaram gases degenerados, onde os átomos não se congregam num único estado, devido ao [[Princípio de exclusão de Pauli]]. Para exibirem propriedades de condensado de Bose-Einstein, os férmions devem &amp;quot;emparelhar-se&amp;quot;, formando partículas compostas (por exemplo, moléculas, ou &amp;#039;&amp;#039;pares de Cooper&amp;#039;&amp;#039;) que se comportam como bósons. Os primeiros condensados de Bose-Einstein moleculares foram criados em Novembro de [[2003]] pelas equipas de [[Rudolf Grimm]] na [[Universidade de Innsbruck]], [[Deborah S. Jin]] na [[Universidade de Colorado]] em Boulder e [[Wolfgang Ketterle]] no [[MIT]]. Jin avançou rapidamente, criando o primeiro [[Condensado Fermiônico|condensado fermiônico]] composto por Pares de Cooper&amp;lt;ref&amp;gt;http://physicsweb.org/articles/news/8/1/14/1&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Ver também}} ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Superfluidez]]&lt;br /&gt;
* [[Elemento transurânico]]&lt;br /&gt;
* [[Supercondutividade]]&lt;br /&gt;
* [[Condensado fermiônico]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;references-small&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
* S. N. Bose, Z. Phys. 26, 178 (1924)&lt;br /&gt;
* A. Einstein, Sitz. Ber. Preuss. Akad. Wiss. (Berlin) 1, 3 (1925)&lt;br /&gt;
* L.D. Landau, J. Phys. USSR 5, 71 (1941)&lt;br /&gt;
* L. Landau (1941). &amp;quot;Theory of the Superfluidity of Helium II&amp;quot;. Physical Review 60: 356-358.&lt;br /&gt;
* M.H. Anderson, J.R. Ensher, M.R. Matthews, C.E. Wieman, and E.A. Cornell (1995). &amp;quot;[http://links.jstor.org/sici?sici=0036-8075%2819950714%293%3A269%3A5221%3C198%3AOOBCIA%3E2.0.CO%3B2-G Observation of Bose–Einstein Condensation in a Dilute Atomic Vapor]&amp;quot;. Science 269: 198-201.&lt;br /&gt;
* K.B. Davis, M.-O. Mewes, M.R. Andrews, N.J. van Druten, D.S. Durfee, D.M. Kurn, and W. Ketterle (1995). &amp;quot;Bose–Einstein condensation in a gas of sodium atoms&amp;quot;. Physical Review Letters 75: 3969-3973..&lt;br /&gt;
* D. S. Jin, J. R. Ensher, M. R. Matthews, C. E. Wieman, and E. A. Cornell (1996). &amp;quot;Collective Excitations of a Bose–Einstein Condensate in a Dilute Gas&amp;quot;. Physical Review Letters 77: 420-423.&lt;br /&gt;
* M. R. Andrews, C. G. Townsend, H.-J. Miesner, D. S. Durfee, D. M. Kurn, and W. Ketterle (1997). &amp;quot;Observation of interference between two Bose condensates&amp;quot;. Science 275: 637-641..&lt;br /&gt;
* M. R. Matthews, B. P. Anderson, P. C. Haljan, D. S. Hall, C. E. Wieman, and E. A. Cornell (1999). &amp;quot;Vortices in a Bose–Einstein Condensate&amp;quot;. Physical Review Letters 83: 2498-2501.&lt;br /&gt;
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* M. Greiner, O. Mandel, T. Esslinger, T. W. Hänsch, I. Bloch (2002). &amp;quot;Quantum phase transition from a superfluid to a Mott insulator in a gas of ultracold atoms&amp;quot;. Nature 415: 39-44..&lt;br /&gt;
* S. Jochim, M. Bartenstein, A. Altmeyer, G. Hendl, S. Riedl, C. Chin, J. Hecker Denschlag, and R. Grimm (2003). &amp;quot;Bose–Einstein Condensation of Molecules&amp;quot;. Science 302: 2101-2103.&lt;br /&gt;
* Markus Greiner, Cindy A. Regal and Deborah S. Jin (2003). &amp;quot;Emergence of a molecular Bose−Einstein condensate from a Fermi gas&amp;quot;. Nature 426: 537-540.&lt;br /&gt;
* M. W. Zwierlein, C. A. Stan, C. H. Schunck, S. M. F. Raupach, S. Gupta, Z. Hadzibabic, and W. *Ketterle (2003). &amp;quot;Observation of Bose–Einstein Condensation of Molecules&amp;quot;. Physical Review Letters 91: 250401.&lt;br /&gt;
* C. A. Regal, M. Greiner, and D. S. Jin (2004). &amp;quot;Observation of Resonance Condensation of Fermionic Atom Pairs&amp;quot;. Physical Review Letters 92: 040403.&lt;br /&gt;
* C. J. Pethick and H. Smith, Bose–Einstein Condensation in Dilute Gases, Cambridge University Press, Cambridge, 2001.&lt;br /&gt;
* Lev P. Pitaevskii and S. Stringari, Bose–Einstein Condensation, Clarendon Press, Oxford, 2003.&lt;br /&gt;
* Mackie M, Suominen KA, Javanainen J., &amp;quot;Mean-field theory of Feshbach-resonant interactions in 85Rb condensates.&amp;quot; Phys Rev Lett. 2002 Oct 28;89(18):180403.&lt;br /&gt;
* Oxford Experimental BEC Group. http://www-matterwave.physics.ox.ac.uk/bec/bec.html&lt;br /&gt;
&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Notas ==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Ligações externas}} ==&lt;br /&gt;
* [http://www.colorado.edu/physics/2000/bec/index.html BEC Homepage] Introdução geral ao condensado de Bose-Einstein {{en}}&lt;br /&gt;
* [http://nobelprize.org/physics/laureates/2001/index.html Prêmio Nobel de Física em 2001] - por conseguir a condensação do Condensado de Bose-Einstein em gases diluidos de átomos alcalinos, e por fundamentais estudos anteriores sobre as propriedades dos condensados {{en}}&lt;br /&gt;
* [http://www.physicstoday.org/pt/vol-54/iss-12/p14.html Física Hoje: Cornell, Ketterle, e Wieman dividem Prêmio Nobel pelo Condensado de Bose-Einstein] {{en}}&lt;br /&gt;
* [http://jilawww.colorado.edu/bec/ Condensado de Bose-Einstein em JILA] {{en}}&lt;br /&gt;
* [http://www.bec.phys.uu.nl/ O Condensado de Bose-Einstein na Universidade de Utrecht, na Holanda] {{en}}&lt;br /&gt;
* [http://cua.mit.edu/ketterle_group/home.htm Gases quânticos de Alkali no MIT] {{en}}&lt;br /&gt;
* [http://www.physics.uq.edu.au/atomoptics/ Átomos Óticos no UQ] {{en}}&lt;br /&gt;
* [http://www.lorentz.leidenuniv.nl/history/Einstein_archive/ Manuscrito de Einstein sobre a descoberta do condensado de Bose-Einstein na Universidade de Leiden] {{en}}&lt;br /&gt;
* [http://physicsweb.org/articles/world/18/6/8/1 A revolução que não parou] Artigo da PhysicsWeb de Junho de 2005 {{en}}&lt;br /&gt;
* [http://inorgan221.iq.unesp.br/quimgeral/boseeinstein/condensado_bose_einstein.html Site da UNESP falando da descoberta.] {{pt}}&lt;br /&gt;
* [http://www.seara.ufc.br/folclore/folclore186.htm Página da UFC com introdução ao assunto.] {{pt}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Albert Einstein]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Mecânica quântica]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Física da matéria condensada]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ml:ബോസ്-ഐന്‍സ്റ്റൈന്‍ കണ്ടന്‍സേറ്റ്]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
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